considerações sobre o exercício 1

Avaliando o exercício 1 que expus anteriormente há de fato algumas considerações a serem feitas e advertências.

Antes de mais nada por que eu escolhi dentre tantas possibilidades os passos da forma como escolhi.

Se observarem bem já lanço de início a questão dos Chakras onde já foco o do terceiro olho. Utilizei também aspectos de visualização que não são simples para iniciantes e a velha e básica técnica de respiração que vai estar presente, de certo modo, em quase todos os exercícios e técnicas das mais variadas vertentes místicas.


Pois bem. O Chakra frontal é antes de mais nada um centro de percepção, não só, claro. Se este Chakra estiver bem desenvolvido muitas coisas já serão logo de cara resolvidas. Se procurarem bem sobre os chakras verão que a grande maioria coloca a cor Índigo relacionada ao Chakra frontal, e tal cor tem relação direta com um dos espectro da luz quando incide num prisma. A luz como bem sabemos ao incidir num prisma se divide em sete espectros visíveis. Esta relação faz todo o sentido.

Contudo se houver uma grande desarmonia em seus centros de energia provavelmente você terá um trabalho relativamente grande pela frente. E por isso mesmo insisti em focar o Chakra Frontal logo de cara. O nome deste chakra em sânscrito é Ajna que significa "comando".  Portanto já começamos a trabalhar o centro de comando do indivíduo, aspecto importantíssimo para que todos os exercícios posteriores tenham um resultado mais próspero.

Entretanto há de se ter alguns cuidados. E para tratar destes cuidados vamos avaliar o que é imaginação e qual a importância deste habilidade nas práticas e no caminho como um todo.

A imaginação tem o valor que uma tela, pinceis e tinta tem para o artista. Contudo suas formas são fluídas e por isso mesmo se perdem com facilidade. A imaginação é o Diáfano do operador. É onde ele conduzirá boa parte da operação. Sem uma imaginação inteligente e bem treinada os esforços do operador serão em vão. Eu afirmo que a imaginação é a ponte entre a força "que está lá" para a "realização aqui". Vale ressaltar que esse lá e aqui não devem ser olhados pela ótica física.

Ao utilizar-se da imaginação estamos todos sujeitos a sofrer com ilusões das mais variadas. E tais ilusões são de fato capazes de gerar reações e sensações físicas. O que torna o problema ainda mais complexo.

Separar o joio do trigo não é uma tarefa simples e pode exigir um tempo considerável. Portanto esteja preparado para livra-se de toda e qualquer ilusão sempre que percebe-la. Se você é adepto do uso de um diário seu trabalho será bem mais simples. A análise se torna mais fácil quando temos como avaliar várias experiências num momento posterior. Não vou sugerir métodos de análise por que isso depende muito do contexto geral e vai requerer um texto gigante. Nada como ir tentando. O acerto e o erro sãos os melhores mestres nesse caso. E vale claro colocar isso no diário também.

Sendo assim o Chakra Ajna é um aliado considerável nessa tarefa. É justamente o centro que se precisa desenvolver para perceber. Seja portanto sincero e sensato. E cuidado para não se dar muito crédito ou dar crédito de menos. Nem um nem outro ajudam. Ninguém aqui está numa competição e portanto não se afobe em conseguir resultados surpreendentes logo de cara.

Portanto a escolha do Chakra Ajna está esclarecida e seu maior meio de atuação (imaginação) deve ser bastante considerado e cuidado. Um ponto por exemplo é que se num momento anterior as práticas você entupir sua mente com banalidades, saiba que estas banalidades vão poluir consideravelmente suas práticas. Sendo assim se pretende não sofrer com isso evite certas experiências nos dias anteriores. Evite entrar em contato com imagens das quais você não deseja que estejam presentes durante. Evite utilizar substâncias antes para não enfraquecer a vontade e abrir mais espaço para informações das quais você não deseja. Contudo nada impede que se utilize durante, mas isso vai requerer toda uma experiência da parte do operador.

Pense bem. Diante de um quadro vazio as possibilidades são infinitas e cada minúscula fagulha da imaginação é uma pincelada. Se estas visualizações estiverem em harmonia com suas emoções as formas criadas serão ainda mais fortes e mais duradouras (turbilhão astral). Se seu corpo se harmonizar criando um conjunto unificado você alcançará um momento de singularidade.

Por isso o trabalho não é algo simples. Sem uma mudança, muitas vezes de postura, do indivíduo que você é provavelmente você obterá resultados fugazes. E chegará um dia em que você fará parte do grupo de pessoas que dizem: "não perca seu tempo... isso não existe!".

Mas antes de querer perceber exatamente o que é ou não realidade empenhe-se a trabalhar com coisas mais simples. Quando for fazer o exercício não dê significados de cara. Não aceite a primeira impressão que você tiver. Não reduza-se a pouco. E nunca de fato trate suas experiências como a única verdade. Duvide sempre que puder e reconheça quase sempre. Essa balança da dúvida e da certeza vai estar relacionada às suas práticas por longos anos. Não se preocupe quando isso irá terminar. É bem provável que você nem perceba que está em outro estágio, aquele estágio quando não duvidamos mais ou quando não nos forçamos a afirmar que conseguimos. Por que quando de fato acertamos, acertamos e pronto. Somos o acerto, este não está fora de nós.

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Outro ponto que deixei claro no exercício foi de que há uma divergência nas cores dos Chakras dependendo da fonte que se utilize. Nesse meio tempo eu me deparei com algumas informações que me fizeram aceitar as variações do espectro da luz como uma boa relação. Cabe a você julgar se isso também lhe dá segurança e partir em frente. Contudo se você não acha que tais cores tem sentido e aplicar cores distintas vale a pena você procurar sobre cromoterapia e os significados mais comuns que são dados a cada cor. Isso já pode ser uma pista do que está causando desarmonia em você. Contudo se a diferença for muito sutil vale a pena não se importar tanto assim. Mas se por exemplo você enxergar seu Chakra frontal da cor vermelha há de se reconhecer que tem algo errado.

Portanto apesar do que afirmei que você deve procurar ver por você mesmo a cor que está relacionado, não afirmo com isso que você deve desmerecer as convergências de informações, como por exemplo esta do espectro da luz que faz muito sentido.

É interessante também procurar livros sobre Reiki que tratam também sobre Chakras. Abaixo colocarei fontes interessantes sobre.

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Sobre a respiração podemos colocar aqui que em suma é o Prana necessário para ativar e para impulsionar o trabalho como um todo. Portanto respirar é viver. Contudo a questão principal no que se refere à respiração é de fato o ritmo. O ritmo levará sua mente e seu corpo a entrarem em uma determinada frequência. Essa frequência não é só no corpo mas na mente também. Se porventura você alcançar a frequência certa obterá resultados mais concretos e portanto terá efeitos mais duradouros e fortes.

Do mesmo modo pode-se utilizar uma música monótona para criar a mesma situação e claro poderá e será utilizado os dois mais cedo ou mais tarde. Sendo assim encare destes dois modos. Respirar é obter energia. Respirar é entrar na dança.

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Por fim sinta-se à vontade para comentar aqui abaixo. Conte-me sua opinião, suas dúvidas. Se porventura ver algo estranho comente também. Vamos construir esse conhecimento juntos.

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Personare - Chakras
Ciência Espiritual / Youtube - Chakras



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